OS VINHOS BRASILEIROS MEDALHAS DE OURO PARA DEGUSTAR ANTES DE MORRER!
OS VINHOS BRASILEIROS MEDALHAS DE OURO PARA DEGUSTAR ANTES DE MORRER!
By FlávioMPinto
Introdução:
Esta é a minha seleção, fruto de minha caminhada nesse universo do vinho.
Não são vinhos comuns, alguns difíceis de serem encontrados, outros caros para a maioria dos consumidores, mas , a meu juízo, incomuns e de qualidade superior.
Apenas um coloco por mérito e longevidade. Um vinho, talvez o rótulo mais antigo do país. Leiam e descubram.
Vinhos Medalha de ouro são aqueles que atingiram um patamar de excelência digno de destaque, como nos concursos de vinhos mundo afora. Vinhos que deixam marcas por seu corpo , caráter e personalidade eivados de atributos.
Muitos já não recordo aonde e em que local degustei, mas guardo, nas minhas papilas gustativas, e nas anotações que fiz, as lembranças.
O Brasil possui pouco mais de 50 anos de dedicação aos vinhos finos. Quem “ensinou” os brasileiros a degustar, e não beber vinhos, a conhecer mais de perto os grandes vinhos ao serem apresentados a produtos de qualidade internacional
Foi a Almadén , ao se instalar e operar, em Santana do Livramento, na Campanha Gaúcha, a partir de um levantamento geoestratégico feito por satélites americanos na década de 70 passada.
Sem dúvidas, as estrelas ainda são os tintos, mas os espumantes, que já alçaram voos internacionais, por sua qualidade incontestável, são também destaques, carregando os brancos e rosés. Por isso iniciei a relação pela Almaden. E não a fiz por ordem nenhuma, nem alfabética nem por mérito do melhor ou pior para o vice versa. Fui relacionando à medida que lia minhas anotações independente do tempo que passou.
O Brasil caminha a passos largos na busca de um lugar de mais destaque , graças aos terroirs espetaculares, que a natureza nos entregou e a competência dos nossos enólogos e todos da cadeia do setor vinícola.
Algumas vinícolas se destacam, na minha avaliação, pela presença significativa de seus produtos na relação como a gigante e competente Miolo. Outras destacam o terroir.
Valorizar reconhecendo o vinho brasileiro, para mim, é o caminho.
obs- os preços são dos sites das vinícolas, para venda on-line em 04 Mai 2021
- 1. Almadén Vinhas Velhas 2015— um vinho de qualidade e dos mais antigos da Almadén, vinícola do grupo Miolo sediada em Livramento. A Almadén, partir de Palomas, um distrito de Santana do Livramento, foi a vinícola que deu o pontapé inicial para o cultivo de uvas finas no Brasil e a consequente degustação padrão internacional. Foi a Almadén que ensinou o consumidor brasileiro a cultuar vinhos finos, aristocráticos, além de ter trazido o modo Espaldeira para o cultivo dos parreirais, para melhor explorar o Sol, o solo e o clima da Campanha Gaúcha. Reproduziu o habitat natural das uvas finas européias, aproveitando a geologia e clima do Paralelo 31. A partir de Palomas, fez nascer um Tannat de respeito representando muito bem o terroir santanense, um dos mais antigos descobertos e explorados no Brasil: Palomas. 120/189 reais
- 2. Cordilheira de Santana Tannat 2007- postada no sopé do Cerro do Chapéu, cartão-postal da região vinícola de Palomas/Livramento. Construída por um casal de enólogos que trabalhavam na Almadén, Rosana Wagner e seu marido, Gladistão Omizzolo. Outra vinícola sediada num terroir de excelência com geologia, clima padrão dos parreirais internacionalmente reconhecidos como tal.
- A região de Sant'Ana do Livramento fica localizada no paralelo 31º, o mesmo de regiões produtoras de vinhos no Chile, Argentina, África do Sul e Austrália, países que produzem vinhos de excelente qualidade. Uma vantagem da região de Palomas é a sua continentalidade, que, aliada a uma atmosfera límpida, eleva a diferenças maiores entre as temperaturas mínima e máxima. Somado a uma maior insolação, produz uvas com maior teor de açúcar.
TECNOLOGIA DE PONTA
No momento em que se propõe a elaborar vinhos diferenciados, a Vitivinícola Cordilheira de Sant'Ana aceita o desafio de buscar soluções modernas e, ao mesmo tempo, respeitar a cultura e as tradições na elaboração de vinhos.
Neste sentido, todos os esforços foram empregados na busca pela perfeição. E o “Estado da Arte” se fez necessário.
Tanto as condições que envolvem os cuidados com a produção da uva, que podem ser apreciados no link “Terroir Palomas”, quanto àquelas que estão intimamente ligados à elaboração do vinho, são considerados tecnologia de ponta. Considerado o melhor Tannat brasileiro na grande Mostra de Vinhos de 2018 em Bento Gonçalves. 70/1556 reais
- 3. Miolo Terroir Merlot - um vinho que lembra muito bem os excepcionais Merlot do Pomerol francês, terra dos melhores Merlot do Planeta. Para os desavisados, o Miolo Tertoir passa por um excelente francês. A Miolo é o maior conglomerado vinícola do país com uma produção anual de 10 milhões de garrafas nas suas quatro unidades. Almadén, Seival, Vale do S.Francisco e Vale dos Vinhedos. 114/189 reais
- 4. Miolo Lote 43- homenagem ao primeiro lote recebido pela família no Vale dos Vinhedos ao chegar ao Brasil. Um Cuvée precioso de Cabernet Sauvignon. 114/219 reais
- 5. Espumante Victoria Geisse Extra Brut Vintage Reserva Rosé- Mario Geisse , um chileno que já podemos chamar de brasileiro, pelos anos que vive na nossa terra e por sua imensa contribuição aos vinhos espumantes brasileiros. Medalha de ouro Descorchados 2020.
Fundação. 1979. O engenheiro agrônomo e enólogo chileno Mario Geisse veio ao Brasil em 1976, contratado para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Logo nos primeiros anos, percebeu que a região sul possuía um grande potencial para o cultivo de uvas de alta qualidade, especialmente para a produção de espumantes. Apostando nisso, iniciou sua busca pelo local ideal para aproveitar ao máximo o potencial da região, 3 anos depois, fundou a Vinícola Geisse, no até então pouco explorado terroir de Pinto Bandeira. Espumante exclusivo loja da Gran Cru.
- 6. Cárdenas Pássaro da Lua Merlot 2014- a vinícola sensação pela Wine Awards of Brazil nos últimos anos nos surpreende com esse vinho de Mariana Pimentel, da beira da Lagoa dos Patos, fora do circuito tradicional dos vinhos nacionais e gaúchos. Renato Cárdenas, proprietário e enólogo da Vinícola Cárdenas, nos apresenta a vinícola “… uma vinícola familiar localizada em Mariana Pimentel, Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul. Iniciamos o plantio em 2010 e somente em 2018 lançamos nossos vinhos e espumantes! Recentemente tivemos várias premiações na Wines of Brazil Awards, Grande Prova de Vinhos do Brasil, vinho revelação do Guia Adega, Melhor Pinot Noir e Petit Verdot do Brasil.
Quatro anos antes da implantação do vinhedo, foram plantadas mais de 60 castas para ver quais se adaptavam melhor a este novo Terroir. Este laboratório a céu aberto permitiu que todas as castas escolhidas literalmente se sentissem em “casa”, facilitando a produção de frutos de excelência, consequentemente vinhos de altíssima qualidade.
A proximidade da Lagoa dos Patos, trazem correntes de ar que ampliam a variação térmica entre o dia e a noite, permitindo uma maturação lenta e gradual, trazendo aos nossos vinhos características únicas. Nosso vinhedo é inclinado, o que facilita a drenagem rápida do excedente da chuva, mesmo tendo uma baixa precipitação (média de 100mmca/mês). O solo granítico, rico em minerais e pobre em matéria orgânica é perfeito para produção de vinhas.
O manejo do vinhedo também é fundamental, nosso rendimento é de 1,5kg á 2,0kg por planta, justamente para extrairmos frutos de qualidade. Nossa área de plantio é de 16 hectares.
Hoje temos as seguintes castas plantadas em nosso vinhedo: Merlot, Tannat, Petit Verdot, Rebo, Ancellota, Pinot Noir, Chardonnay e Riesling. Um Merlot surpreendente.”
120 reais
- 7. Gazzaro Chardonnay 2019 - vencedor da mostra de Vinhos 2020, conquistou a medalha de ouro pela 9ª edição da Grande Prova de Vinhos do Brasil. Vinificado á semelhança dos brancos da Borgonha com passagem de 6 meses em carvalho. Sobre a Vinícola Gazzaro
A história da Vinícola Gazzaro começa em 1896 quando Pietro Gazzi, imigrante vindo do Norte da Itália, inicia uma pequena produção de vinhos no Travessão Alfredo Chaves, interior de Flores da Cunha, Rio Grande do Sul. Em 1945, seus descendentes fundam a Sociedade de Bebidas Gazzi. Era um espaço para a família de vitivinicultores trabalharem a uva e o vinho. Em 1986, o atual proprietário da vinícola, Vanderlei Gazzi, forma-se em Enologia e dá um novo rumo aos negócios. Depois de fazer estágios em importantes vinícolas da época, Vanderlei, junto com dois irmãos, funda a Indústria de Vinhos Gazzi. Em 2003, a empresa troca de nome e passa a se chamar Vinícola Gazzaro, nome escolhido para homenagear os antigos imigrantes italianos descendentes da família. A partir de 2008, a empresa foca seu trabalho na elaboração de espumantes através dos métodos Charmat e Champenoise, produtos os quais a vinícola é reconhecida nacionalmente, e nos vinhos tranquilos finos.
Até 2014 a Vinícola Gazzaro estava localizada em Mato Perso, distrito de Flores da Cunha. Depois, em 2015, foi transferida para um espaço mais amplo, localizado em Otávio Rocha, também no interior de Flores da Cunha, onde está até hoje. 66,90 reais
- 8. Espumante Adolfo Lona Brut Tradicional - Adolfo Lona, um dos baluartes da produção de espumantes na Serra gaúcha, tem sua vinícola em Garibaldi, a capital brasileira dos espumantes. Sua carreira na área começou em outra grande vinícola, onde ganhou conhecimentos e experiência.
Uma pequena produtora de espumantes artesanais.
Quando Adolfo Lona iniciou a produção de seus espumantes em Garibaldi, o fez numa adega especialmente preparada para elaborar pequenas quantidades, de forma artesanal, sem equipamentos sofisticados.
Sua experiência de mais de trinta anos como diretor técnico de uma grande vinícola, foi decisiva para esta postura: somente pequenos volumes de produção permitem garantir o nível de qualidade que o consumidor espera da marca Adolfo Lona.
A necessidade de proporcionar as melhores condições para os longos prazos de maturação dos espumantes, elaborados pelo método tradicional, exigiram investimentos em salas totalmente abrigadas da luz externa e acondicionadas a temperaturas constantes e baixas. O tempo é o melhor aliado da qualidade superior, por isso o ciclo de produção dos espumantes Adolfo Lona são superiores aos habituais: cento e oitenta dias para o método charmat e dezoito meses para o método tradicional.64,00 reais
- 9. Miolo Cuvée Cabernet Sauvignon Merlot Giuseppe 2017- um requintado blend de Merlot e Cabernet Sauvignon, com uvas selecionadas do Vale dos Vinhedos. Equilibrado, harmonioso, potente. 97,36 reais
- 10. Luis Valduga tinto - blend não revelado, segredo da vinícola- vinho de guarda feito com as mais expressivas uvas da Casa Valduga. Assemblage de exceção. É o vinho mais expressivo da vinícola. A Famiglia Valduga: das raízes italianas à concretização de um sonho . No final do século 19, em 1875 o primeiro imigrante da Famiglia Valduga desembarca no Brasil. Vindos da cidade de Rovereto, ao norte da Itália, cultivaram os primeiros parreirais no coração do que hoje é o Vale dos Vinhedos, dando assim início ao legado de um dos mais renomados nomes da vitivinicultura brasileira.399 reais
- 11. Armando Peterlongo Memória Touriga Nacional 2017- a uva portuguesa se aquerenciou na região da Campanha Gaúcha e em definitivo no terroir de Bajé.
A história. Na cidade de Garibaldi teve início com a criação da Colônia Conde d'Eu, em 1870, nome recebido em homenagem ao genro do imperador, casado com a Princesa Isabel. Em 1875, chega na recém criada colônia um imigrante da Itália de nome Manoel Peterlongo Filho, agrimensor de profissão, era apaixonado por vinhos pois nasceu em família de produtores da bebida. Este pioneiro ajudou na demarcação das terras da colônia, que em 31 de outubro de 1900 foi emancipada, sendo batizada com o nome de Garibaldi, em homenagem ao herói farroupilha Giuseppe Garibaldi.
Manoel Peterlongo Filho casou-se com Regina Vivan e tiveram dez filhos, nove meninas e um menino, o caçula Armando Peterlongo. Manoel era apaixonado pela elaboração de espumantes, herança de aprendizado do seu avô e buscou repetir os processos de elaboração aqui no Brasil, oferecendo a bebida a amigos que visitavam a família. Paralelamente crescia a produção de vinhos e espumantes na cidade de Garibaldi e isto incentivou os moradores a organizarem a 1º Exposição de Uvas de Garibaldi, que se realizou em 1913. Não por acaso, um dos produtos feitos por Manoel Peterlongo Filho, o “moscato Typo Champagne”, recebeu a “Medalha de Ouro”, sendo considerando o primeiro registro oficial da bebida elaborada no Brasil.
Com o prêmio vieram novas aspirações daquele imigrante e em outubro de 1915 foi criado oficialmente o Estabelecimento Vinícola Armando Peterlongo S/A, homenagem ao único filho homem da família.
Os negócios prosperaram e a indústria exigiu mais espaço e tecnologia. A primeira parte da construção da vinícola contemplou dois pavilhões, a cave subterrânea em pedras basálticas e o castelo que seguiu os padrões da região de Champagne (França), passando a ser a moradia da família. A segunda parte foi a ampliação de mais quatro pavilhões. Na época de sua construção, as caves da vinícola foram projetadas com o objetivo de remontar o ambiente ideal para a preservação dos champagnes, aproveitando o vento minuano que o túnel captava para manter a temperatura estável em seu interior.
A Peterlongo foi idealizada e inspirada na elaboração de champagnes. Este conceito faz parte da constituição da marca e da memória produtiva do vinho brasileiro. A história da família Peterlongo é a personificação dessa jornada secular que permeia a elaboração da bebida no Brasil.
É com o mesmo entusiasmo que moveu seus fundadores, que a atual gestão da empresa continuou a desenvolver sua história objetivando ampliar o foco nos produtos finos, oferecendo hoje um portfólio com mais de 60 produtos.
Tendo como meta a qualidade e a excelência dos produtos, a empresa ampliou e reformulou suas linhas de vinhos e espumantes. Além da Champagne Elegance, linha ícone da marca, os vinhos também ganharam atenção com o lançamento da Linha Armando Winemaker Signature, envelhecidos por 18 meses em barricas de carvalho francês. Ampliou a linha Armando Memória, composta por varietais com passagem por barricas de carvalho, além da linha de vinhos jovens finos – Terras – elaborados em diversos terroirs nacionais e internacionais. O portfólio ainda possui duas linhas de sucos de uvas integrais. O Armando Peterlongo Memória Touriga Nacional destaca-se por seu caráter bem aproximado da matriz portuguesa, emblema da vitivinicultura lusa. Varietal elaborado a partir da cepa de origem portuguesa, Touriga Nacional. A uva mais emblemática de Portugal vem demonstrando excelente adaptação nos solos do Rio Grande do Sul, especialmente nos vinhedos da região da Campanha Gaúcha e Serra do Sudeste, onde o clima seco e quente nos meses de maturação das uvas contribui para a casta expressar todo o seu potencial enológico na elaboração de grandes e importantes vinhos tintos. Os vinhos elaborados a partir dessa variedade de versatilidade surpreendente possuem caráter altivo e qualidades inegáveis. O processo de vinificação começa pela seleção cuidadosa dos cachos, através de mesa selecionadora de grãos e que posteriormente são enviados para tanques de aço inox, onde acontecerá simultaneamente a maceração e a fermentação alcoólica, com temperatura controlada, otimizando assim a extração de compostos fenólicos, responsáveis principalmente pela coloração e estrutura dos vinhos tintos. Após esse período, o vinho é então trasfegado para outro tanque onde acontecerá a fermentação malolática. Posteriormente, o vinho é transferido para barricas de carvalho francês, em caves com temperatura e umidade controladas, onde ocorrerá o processo de maturação dos mesmos, por um período de 18 meses. Esse processo se faz de extrema importância, pois é nesse momento que os aromas característicos serão complexados, bem como a estabilização de compostos importantes que compõe a estrutura e o corpo de um vinho tinto de qualidade superior.
99/139,00 reais
- 12. Miolo Sesmarias - talvez o vinho nacional mais caro. Uma elaboração primorosa da Miolo, inteiramente estagiando em barricas de carvalho com 6 uvas das suas regiões vinícolas da Campanha Meridional: Seival. Um blend sofisticado de Cabernet Sauvignon, Merlot, Tempranillo, Touriga Nacional, Tannat e Petit Verdot. Um vinho fenomenal. O equilíbrio entre as cepas no blend é o grande trunfo dos enólogos da Miolo. Um vinho sofisticado, aristocrata, elegantérrimo! Com supervisão do competente enólogo português Miguel Almeida. Esse vinho mostra claramente onde podemos chegar com o nosso terroir, nossas uvas e a competência dos enólogos.- 680/989 reais
- 13. Espumante Casa Perini Brut- o melhor do mundo em 2014, em mostra européia, superando os conhecidos e caríssimos champanhes franceses. Foi o quinto no geral, mas o primeiro espumante. Abriu as portas do mundo ao espumante brasileiro por sua qualidade. Seguindo a tradição francesa, mantém o padrão inquestionável. Em 1929 o filho de imigrantes italianos João Perini começou a elaborar seus primeiros vinhos de forma artesanal no porão de sua casa, quando os fornecia para cerimônias festivas da comunidade local, no Vale Trentino, em Farroupilha. Quatro décadas após o patriarca iniciar sua modesta produção, seu filho viria a promover mudanças maiores. “Em outubro de 1970 resolvi ampliar os negócios da família, fundando a Casa Perini. Motivado e apaixonado por transformar a uva em vinho, busco a cada ano aperfeiçoar a vinícola com equipamentos, tecnologia e equipe qualificada, pois sem uma equipe profissional a arte de elaborar vinhos perde criatividade e talento.” E o que seria de qualquer arte sem esses elementos? O reconhecimento vem a cada prêmio alcançado e a cada consumidor satisfeito, o que se comprova com a conquista de mais de 200 medalhas nacionais e internacionais e, principalmente, com a recente premiação do Casa Perini Moscatel, eleito o 5° melhor vinho do mundo de 2017 pela WAWWJ (World Association of Writers & Journalists of Wines & Spirits). “Agradeço, em nome da família, aos apreciadores de vinhos que nos ajudam a fazer melhor em cada safra. Um brinde à evolução!” – Benildo Perini, Diretor-Presidente. O seu custo- benefício é fantástico: 45 reais.
- 14. Fração Única Casa Perini Merlot 2014- um vinho acima da média dos vinhos simples diários existentes no mercado. 69,90 reais
- 15. Peterlongo Elegance Champenoise Brut- talvez o mais longevo champagne do mundo, pois o nome Champagne foi adotado pela Peterlongo antes da oficialização da marca da AOC na França em 1927. 150 reais
- 16. Casa Valduga Villa Lobos Cabernet Sauvignon- uma singela, mas marcante, homenagem ao grande músico brasileiro. Aromático, intenso, potente. Vinho de guarda. Premiadíssimo Cabernet Sauvignon feito com uvas selecionadas do Vale dos Vinhedos. Um Cabernet de tirar o fôlego por sua intensidade. 140,00 reais.
Premiações- Ouro | Challenge International du Vin | 2020
- Ouro | Bacchus - Madrid | 2020
- Grand Gold | Wines of Brazil Awards | 2020
- Ouro | Vivino Wine Style Awards Recongnizes | Safra 2010
- Prata | Bacchus | Espanha | 2013 | Safra 2007
- 17. Miolo Single Vineyard Touriga Nacional 2018- a uva ícone portuguesa se deu muito bem no Seival, região da Campanha Meridional. 78,96 reais
- 18. Espumante Quinta Don Bonifácio Brut- A Quinta Don Bonifácio está situada a 800 metros de altitude em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Todos os produtos são elaborados através de vinhedos próprios, os quais encontram-se localizados em Santa Lúcia do Piaí, e em São Francisco/Galópolis.
Nossos vinhedos foram planejados no início do ano de 2000, com o objetivo de produzir as melhores variedades de uvas da região.
Nossa vinícola tem uma estrutura projetada para a elaboração de vinhos finos e espumantes de excelente qualidade, visando atender consumidores exigentes e diferenciados.
Somos uma empresa que projetou a sua criação na elaboração de excelentes produtos, no bom atendimento e na satisfação do consumidor. Todos os produtos são elaborados através de vinhedos próprios, os quais encontram-se localizados em Santa Lúcia do Piaí, e em São Francisco em Galópolis. O Espumante Brut é confeccionado com Pinot Noir e Chardonnay.
- Eleito Medalha de Ouro no 9º concurso Mundial de Bruxelas 2012.
- Medalha de ouro na Avaliação Nacional de Espumantes – 2015 e 2013. 56,00 reais
- 19. Espumante Casa Pedrucci Milésime Brut 2018- um primor de espumante feito por um dos melhores enólogos e produtor da vitivinicultura gaúcha, Gilberto Pedrucci. Ainda não tem uma história a ser contada como vinícola, apenas a competente trajetória de seu proprietário/enólogo. É confeccionado somente em safras especiais. 143 reais.
- 20. Santa Rita Pinot Noir 2017, da Família Lemos de Almeida- da Fazenda Santa Rita, da região de Campos de Cima da Serra. Não passa por correção em barricas de carvalho. É a legítima expressão de um terroir competente. Excelente custo-benefício. 37,83 reais.
- 21. Valmarino Churchill Reserva de Família 2015- outro exemplar da vinícola Valmarino, premiadíssimo. 155,00 reais
- 22. Aurora Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2015- Um vinho aparentemente simples, mas que esconde atributos importantes, como seu corpo. Encorpado, elegante. Mais parece um cidadão de fraque para se sentar á mesa no seu diário.
No dia 14 de fevereiro de 1931, dezesseis famílias de produtores de uvas do município de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, reuniram-se para lançar a pedra fundamental do que viria a se transformar no maior empreendimento do gênero no Brasil: A COOPERATIVA VINÍCOLA AURORA. Um ano mais tarde, já contabilizava a produção coletiva de 317 mil quilos de uvas e fixava a base de um empreendimento destinado a ser não apenas o maior, mas também um dos mais qualificados tecnologicamente.
Hoje, bem no coração de Bento Gonçalves, a Vinícola Aurora é a maior do Brasil. Mais de 1.100 famílias se associaram à cooperativa, sendo a produção orientada por técnicos que, diariamente, estão em contato com o produtor – fornecendo toda a assistência necessária. A equipe técnica se responsabiliza pelo acompanhamento permanente do processo industrial e pela qualidade final dos produtos, sempre com a atenção voltada para o desenvolvimento de uma tecnologia de ponta.
- A conquista da posição que ocupa há mais de duas décadas foi possível graças à constante modernização de seu parque industrial, à alta tecnologia de suas unidades e aos rigorosos padrões exigidos nos processos de produção. O cuidado extremo com a rotina produtiva, observado a partir da plantação das mudas ao engarrafamento do produto, faz parte da receita de crescimento constante do empreendimento durante todos esses anos.Premiações : Reserva Cabernet Sauvignon- 03 medalhas de ouro, 12 medalhas de prata, 8 medalhas de bronze, 5 menções honrosas. Um vinho muito encorpado e com presença muito forte. 75,90 reais
- 23. Cárdenas Meninas do Vinhedo Petit Verdot 2018- mais uma ótima surpresa da vinícola sensação do momento. Aromático, encorpado e com muita presença. A tipicidade presente e marca da cepa e a mão e sensibilidade do enólogo á prova. Os principais fundamentos dos vinhos aristocráticos se mostrando no vinho e mão de Renato Cárdenas , que desbravou mais um terroir competente para o país. 199,00 reais
- 24. Miolo Quinta do Seival Castas Portuguesas 2018- a Miolo conseguiu vinificar a contento duas importantes e icônicas castas portuguesas: a Touriga Nacional e a Tinta Roriz. O blend veio ao natural junto do terroir do Seival. 125,53 reais
- 25. Forestier Chardonnay 2019- um vinho herdado pela Gran Legado, de Garibaldi. A marca Chateaux Forestier é secular e remonta a Maison Forestier de 1750,na França. A marca foi adquirida pela vinícola Gran Legado que manteve tudo da marca. Um vinho de tradições fortes e demarcadoras de território. 49,20/82,00 reais
- 26. Garibaldi Granja União Cabernet Franc- um dos rótulos mais longevos da vitivinicultura brasileira. A vinícola Granja União foi vendida para a Garibaldi, que nada modificou no produto, mantendo tudo como a dezenas de anos prestigia o consumidor brasileiro. A qualidade característica de um vinho honesto, simples, barato e competitivo é sua carta de apresentação. Custa em torno de 20 reais.
- 27. Almaúnica Superpreminum Quatro Castas 2018- a jovem, moderna e inovadora vinícola do Vale dos Vinhedos apresenta um blend com Syrah, Malbec, Merlot e Cabernet Sauvignon com uvas próprias. Cada uma apresentando melhor da cepa. Um achado de bom gosto e sofisticação. 130,00 reais
- 28. Salton Septimum- um blend de 7 uvas da serra gaúcha. Da renomada Vinícola Salton. É o maior destaque da Salton. Tannat, Petit Verdot, Merlot, Cabernet Franc, Arinarnoa, Cabernet Sauvignon e Marsellan integram o sofisticado blend. Equilibrado, harmônico, elegante, representa muito bem o atual estágio da vitivinicultura gaúcha. 199 reais
- 29. Capoani Gamay Nouveau - não coloquei o ano da safra. O Gamay Nouveau Beaujolais tem a duração no ano de safra/engarrafamento, portanto, perde suas melhores qualidades ao passar do tempo, para os puristas. A festa de seu lançamento anual na França, no seu terroir original, em Beaujolais, é repercutida no mundo. “Le Beaujolais Nouveau est arrivé!” é saudado a cada 28 de novembro. No Brasil não temos a tradição dessa festa, mas a Capoani, guardadas as devidas proporções, no RS produz e lança um Gamay de qualidade indiscutível.
- Um vinho fenomenal. Seu caráter pode ser conhecido a partir do nariz, na fase inicial de uma degustação. Aromas maravilhosos se desprendem do Capoani Gamay. Aromático, frutado, macio, aveludado, elegante. O renomado vinho das uvas francesas Gamay Beaujolais, alcançou uma ótima qualidade na Serra gaúcha.
- do site da vinícola…”No final do século 19, a Família Capoani chegava ao Brasil. Vindos da cidade de Scandolara Ravara, província de Cremona/Itália, criaram raízes na localidade do 80 da Leopoldina – na época pertencente a Bento Gonçalves.
Em 1973, Volmir Luis Capoani, plantava as primeiras mudas da Videira Chardonnay, sendo um dos pioneiros na região. Seu filho, Noemir Capoani, na época o ajudava com o trabalho no vinhedo e incentivado pelo pai a empreender em outro ramo de negócio, em 1990, fundou a Ditália Móveis.
Em 2009, após o falecimento de seu pai Volmir, Noemir juntamente com seus filhos Wilian e Renan, assume a administração dos vinhedos da família dando assim início ao projeto vitivinícola, que é hoje a Vinhedos Capoani.
A história da Vinhedos Capoani traz em sua essência todo o conhecimento, tradição e arte transmitidas de pai para filho. Uvas que antes eram cultivadas com dedicação e esmero passam a se transformar em vinhos e espumantes que representam todo potencial e expressividade do Vale dos Vinhedos.Um vinho refrescante de coloração rubi brilhante, com aromas e sabores de amoras, pitangas, um toque de bananas. Indicado a dedo para o Brasil, por vigorar aqui , na maior parte do ano, e em grande parte das regiões, um clima ameno e quente, ideal para “fazer duo com o Gamay Capoani”. 79,90 reais
- 30. Bueno Paralelo 31 Gran Reserva 2018- o primeiro lançamento do consagrado locutor esportivo no ramo dos vinhos. É de Candiota, no Seival. Na Campanha Meridional/RS um dos melhores terroirs do mundo moderno. Um feliz blend de Petit Verdot, Merlot e Cabernet Sauvignon.
- Galvão Bueno, reconhecido locutor investiu no seu hobby produzindo vinhos de excelente qualidade. A bagagem internacional levou Galvão a se interessar também pela indústria brasileira de vinhos. Ele entrou em contato com produtores locais e decidiu introduzir essa nova paixão na sua vida empresarial.
A Vinícola Bellavista:
É na Campanha Gaúcha, em Candiota, no Rio Grande do Sul, que se encontra a concretização de quase 20 anos da paixão que o Galvão Bueno cultiva pelos vinhos.
- Dessa paixão nasce um sonho e, em 2009, torna-se realidade com a Bellavista Estate, propriedade situada no ponto de encontro do perfeito terroir do Novo Mundo, uma região estratégica apelidada por Galvão Bueno como a Califórnia Brasileira”. 99,00 reais
- 31. Cárdenas Meninas do Vinhedo Syrah 2018. Um vinho da vinícola sensação de 2020. Renato Cárdenas, enólogo e proprietário da vinicola,
- Um vinho diferenciado. Os toques de especiarias são fortes e marcantes. Elegante, sofisticado, para quem entende do riscado.-199,00 reais
- 32. Espumante Casa Marques Pereira EXITV ANNI Brut Vindima MMXVII- da vinícola boutique Casa Marques Pereira de Monte Belo do Sul na região serrana gaúcha. Mais um espumante diferenciado produzido pelos enólogos da industria gaucha, ratificando o conceito mundial conquistado. Acompanha pratos sofisticados da cozinha internacional. -120,00 reais
- 33. Casa Marques Pereira Segredos da Adega Chardonnay 2010- de Monte Belo do Sul mais um produto: um branco que passou um ano em contato com barricas de carvalho. Sem filtragens. Vinificado á semelhança dos grandes brancos da Borgonha. 120,00
- 34. Casa Marques Pereira Segredos da Adega Reserva Merlot 2005- ficou dois anos estagiando em barricas de carvalho. Encorpadíssimo, complexo em aromas e sabores. A Vinícola Casa Marques Pereira produz uvas viníferas desde 2004, quando foi adquirida a propriedade da Quinta da Orada, em Monte Belo do Sul. Vinhos produzidos através de parcerias com outras vinícolas e sob supervisão dos enólogos Marcos Vian e Anderson Schmitz, desde a primeira safra em 2005. Inicialmente a intenção era que estes vinhos fossem produzidos para consumo da família e presenteados a amigos e familiares.
No ano de 2015, após observar o sucesso dos vinhos produzidos com as uvas da propriedade, surge a decisão de lançar a linha de produtos no mercado. O nome da linha, Segredos da Adega, remete a estes tesouros que por muitos anos estiveram guardados na adega da família.
- Vinhos de guarda. -150,00
- 35. Don Guerino Origine 1880 Teroldego- a uva Teroldego é originária das terras de onde vieram os proprietários da Don Guerino- Trento, na Itália. Foi uma das primeiras uvas trazidas pelos colonos italianos, mas naquela época, final do século 19, não vingaram. Hoje, com o avanço da tecnologia conseguiram frutificar e produzir vinhos de ótima qualidade. A família Motter, na região de Alto Feliz, na serra gaucha, mantém os traços originais da propriedade, mesmo a tendo renovado totalmente em anos recentes. Uma construção pensada e construída visando o melhor aproveitamento da produção e apresentação do vinho. - 87,00 reais
- 36. Casa Valduga Pinot Noir 2020-“A vocação vitivinícola da Famiglia Valduga aflorou no coração do Vale dos Vinhedos, onde há mais de um século era denominado como Via Leopoldina, sendo impulsionados pela vontade de prosperar e extrair do solo o suficiente para se viver com dignidade. Respeitar o terroir e compreender que cada casta de uva irá se desenvolver de maneira distinta são as raízes que alicerçam o desenvolvimento de uma grande história. A procura incessante pela verdadeira identidade de cada parcela de solo e seu minucioso estudo, nos estimula a buscarmos os melhores resultados. Compreendendo que a alma do vinho está conectada ao clima, solo, relevo e a constante mudança dos ventos, fez com que a Linha Terroir fosse concebida, valorizando o potencial de cada varietal, cultivados nas principais regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.” ( Casa Valduga) . O Casa Valduga Terroir Pinot Noir expressa todo pensamento e ações da Casa. Um vinho de segurança, no linguajar do voleibol, para quem gosta de vinhos aromáticos, leves, para todos os momentos. 89,90 reais
- 37. Máximo Boschi Biografia Merlot 2009- Uma das mais emblemáticas variedades de uvas tintas do Brasil é a matéria prima para esta obra. Para elaboração do vinho Maximo Boschi Biografia Merlot 2009, são cultivadas uvas com maturação e teores de açúcar elevados, que expressam a máxima qualidade da região em que são cultivadas, a Campanha Gaúcha. O vinho estagia em barricas de carvalho francês por 14 meses, gerando um vinho agradável ao paladar, com muita presença, de enorme capacidade para guarda e excelente evolução em taça.
A Vinícola Maximo Boschi iniciou seus trabalhos no ano de 2000. Seus fundadores, Renato Antônio Savaris e Daniel Dalla Valle, possuem vasta experiência no setor vitivinícola. Juntos, acumulam no currículo passagens por vinícolas tradicionais do setor enológico, como a francesa Maison Forestier e o grupo vitivinícola Famiglia Valduga.
Elaborar obras que proporcionem uma experiência inesquecível. A partir de uvas excepcionais, a Vinícola Maximo Boschi elabora vinhos e espumantes que figuram entre notáveis do mundo do vinho. A vinícola, nos últimos anos, foi contemplada com premiações internacionais e nacionais de grande reconhecimento como Brazil Wine Challenge - etapa brasileira, organizada pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), Guia Descorchados e Guia Adega.
- Uma excelente pedida a quem entende. 179,00/210 reais
- 38. Luiz Argenta Jovem Shiraz 2020- A vinícola Luiz Argenta está situada em Flores da Cunha. Sua vinícola possui arquitetura diferenciada aliando modernidade a tradição e essa filosofia passa a seus vinhos desde as garrafas estilosas. Não possui passagem por carvalho. A Shiraz se adaptou muito bem no Vale dos Vinhedos e gera ótimos vinhos.
- a vinícola Luiz Argenta adquiriu os vinhedos da antiga Granja União, vinícola de extensa tradição no RS. A vinícola Luiz Argenta foi projetada especificamente para a elaboração de vinhos de alta qualidade. Para isso sua propriedade passou a receber grandes investimentos na pesquisa dos mais avançados métodos de cultivo.
Os vinhedos foram replantados a partir de mudas importadas da Europa, dispondo atualmente de 16 variedades diferentes de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Gewurztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Ancelota, entre outras. Todos os vinhos da Luiz Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. 79,31 reais
- 39. Guatambu Épico- A vinícola de Dom Pedrito no Pampa Gaúcho, une tradições gaúchas, enoturismo, busca novos horizontes explorando castas num blend, explorando as melhores características de cepas conhecidas e aclimatadas na fronteira gaúcha. Este vinho ultra premium exibe muita concentração, complexidade e, ao mesmo tempo, elegância. Considerado o melhor tinto brasileiro pelo Guia Adega, em duas edições, e também pelo Guia Descorchados. É elaborado com a combinação das melhores parcelas das castas Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot e Tempranillo, de quatro safras (a edição V é composto pelas safras 2016, 2017, 2018 e 2019). É uma mistura de cuvée e assemblage muito distinta. Um vinho para orgulhar a vitivinicultura da campanha gaúcha.
- 40. Valmarino Ano XXI Cabernet Franc 2016- da região de Pinto Bandeira/RS, na Serra gaúcha. Outro vinho premiadíssimo da Valmarino. Vale a pena investir e degustar esse vinho diferenciado.
Localizada no distrito de Pinto Bandeira, Município de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, o empreendimento Valmarino começou em 1978 com o plantio das primeiras uvas viníferas.
Uma Família de origem Italiana e centenária, onde pela tradição e vocação Orval Salton e filhos criaram o Estabelecimento Vinícola Valmarino oficialmente em 15 de setembro 1997. O nome homenageia os antepassados oriundos de Cison de Valmarino, Treviso / Itália.
Por ser uma empresa familiar, com produções limitadas, tem como meta principal a elaboração, com qualidade, de vinhos e espumantes diferenciados, que possibilitam prazer e satisfação a seus apreciadores. Utiliza a tecnologia e os cuidados artesanais como ferramentas principais para revelar a qualidade das uvas e buscar o equilíbrio e a complexidade dos produtos.
Cultivam atualmente 21 hectare de vinhedos aos quais são aplicadas técnicas necessárias para a obtenção de uvas sãs e de plena maturação. E hoje, trabalham com duas marcas: a Linha Tre Fradéi, composta por produtos mais frescos e frutados, sendo ideais ao consumo diário. E a Linha Valmarino, para vinhos e espumantes diferenciados que apresentam uma maior complexidade de sabores e com potencial de guarda.
A história da família Salton está intimamente relacionada com a vitivinicultura da Serra Gaúcha
Já nas primeiras levas de imigrantes italianos que aportaram no Rio Grande do Sul em 1878 estava o patriarca da família, Antonio Domênico Salton; que foi um dos pioneiros a plantar videiras, produzir o próprio vinho e a comercializar sua produção na Colônia de Dona Isabel hoje o município de Bento Gonçalves.
A tradição e arte de elaborar vinhos foram transmitidas de pai para filho de geração a geração, sendo que Orval Salton, neto de Antônio, enólogo e professor de renomada experiência com formação no exterior, tem o sonho e toma a iniciativa de possuir uma vinícola própria para a produção de vinhos de qualidade em pequenas quantidades.
As obras de construção da vinícola iniciaram em 1991, mas, por dificuldades diversas foram prorrogadas e somente finalizadas em 1997, sendo que em 15 de Setembro do mesmo ano foi institucionalizada a sociedade por Orval Salton e seus filhos Marco Antonio, Guilherme e Rodrigo; com a razão social de Estabelecimento Vinícola Valmarino Ltda.
O nome da vinícola é uma homenagem e o resgate à história da família Salton, que tem origem na localidade de Cison Di Valmarino, na Província de Treviso na região vêneta da Itália.159,00 reais
- 41. Luiz Argenta Cave Cuvée assemblage 2011- um assemblage de Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot, uma excelente combinação. 233 reais
- 42. Casa Valduga Raízes-Corte 2015 - Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat- da região da Campanha ocidental fronteira com Uruguai. Um vinho austero, potente, magnífico. Exala a capacidade do terroir. 179 reais
- 43. Guatambu Da Estância branco blend- um blend branco inusitado para o consumidor brasileiro. Oriundo das terras de Dom Pedrito/RS, no bioma Pampa, com geologia e clima adequados a produção de uvas viníferas. A vinícola do Pampa Gaúcho, que une tradições gaúchas, enoturismo, busca novos horizontes explorando castas num blend inédito de Gewurtztraminer, Chardonnay e Sauvignon Blanc.
A vitivinicultura na região da Campanha remonta à década de 70, quando pesquisadores da Universidade de Davis, na Califórnia, juntamente com pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas identificaram uma larga faixa de terra na fronteira do Brasil com o Uruguai, de aproximadamente 270 mil hectares, naturalmente vocacionada para o cultivo de uvas viníferas. Desta forma, a empresa americana National Distillers investiu US$ 25 milhões no Projeto Almadém e foi pioneira na implantação da atividade em 1974, em Santana do Livramento.
Contando com administração familiar e visando diversificar seus produtos, a cinqüentenária Estância Guatambu, tradicional empresa do agronegócio, sendo referência na agricultura e pecuária das raças Hereford e Braford, iniciou em 2003 o projeto de produção de uvas viníferas de Dom Pedrito, com a implantação do vinhedo com 0,5 ha e mudas importadas da França e da Itália, visando aproveitar o excelente clima da Campanha Gaúcha, bastante adequado para esta atividade. A produção da uvas em pequena escala é supervisionada por Gabriela Hermann Pötter, Eng. Agrônoma, Msc. em Ciência e Tecnologia de Alimentos, membro da terceira geração da família proprietária da Estância Guatambu.
- 58 reais
- 44. Thera Sauvignon Blanc- um vinho praticamente desconhecido do mundo dos vinhos brasileiros. Da região serrana de Santa Catarina. A vinícola Thera, nome em homenagem a esposa do fundador, Manoel Dilor de Freitas, um dos maiores empreendedores na vitivinicultura catarinense de altitude. Situada na idílica Fazenda Bom Retiro na beira da estrada SC 110, próxima a Ubirici.
O bom Terroir nasce do respeito às características únicas da terra e do clima das altas encostas da Serra Catarinense. Valoriza o talento, a honra e a tradição da família. A Vinícola Thera desenvolveu uma linha exclusiva de vinhos que expressa seu Terroir e sua personalidade desde a primeira degustação. O nome da vinícola é uma homenagem à Therezinha Borges de Freitas, carinhosamente chamada de Thera pelo marido Manoel Dilor de Freitas (in memoriam), o visionário empreendedor, pioneiro dos vinhos de altitude de Santa Catarina, e por seus quatro filhos, entre os quais João Paulo, o idealizador da Vinícola Thera.
- 108,00 reais
- 45. Valmarino Churchill ano XXIII- 2015- um excelente Cabernet Franc representando a região vinícola de Pinto Bandeira, na serra gaúcha. É, talvez, o vinho nacional mais premiado na sua trajetória, que vem desde 2002. Premiações-Medalha de ouro-Safra 2015 – Grande Prova Vinhos do Brasil 2017 – Brasil.
– Medalha de prata-Safra 2018 – 93 pontos – Wines of Brazil Awards 2020 – Brasil.
– Medalha de Ouro-Safra 2018 – 90 pontos – Grande Prova Vinhos do Brasil 2020, dentre outras tantas.
O empreendimento familiar começou em 1978 com o plantio das primeiras uvas viníferas pelo patriarca Orval Salton. Em 15 de setembro de 1997 foi fundada a Vinícola Valmarino, homenageando seus antepassados oriundos de Cison di Valmarino na Itália. A Valmarino cultiva atualmente 20 ha de vinhedos com 14 variedades viníferas diferentes e elabora 200 mil litros de vinhos finos e espumantes comercializados em duas marcas. A linha Valmarino para vinhos e espumantes diferenciados que apresentam uma maior complexidade de sabores e com bom potencial de guarda. E a linha Tre Fradéi composta por produtos mais frescos e frutados sendo ideais ao consumo diário.
155 reais
- 46. Vila Francioni Rosé- um vinho rosé sensacional. Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Sangiovese, Syrah, Petit Verdot, Pinot Noir, Merlot e Malbec integram o blend inédito das mãos de Orgalindo Bettú, uma lenda dos vinhos de garagem do RS. Mais um retumbante sucesso da vinícola catarinense de São Joaquin.
VILLA FRANCIONI
Cada vinho produzido pela Villa Francioni conta uma parte da nossa história, aqui compartilhada com você. Conheça abaixo um pouco sobre nossa vinícola.
Um sonho
Manuel Dilor Freitas
A paixão pela arte da vinicultura levou um homem à busca do definitivo terroir brasileiro. Colhendo informações ao redor do mundo, percorrendo as melhores regiões produtoras ou dialogando com os maiores especialistas, Sr. Manoel Dilor Freitas, fundador da Villa Francioni, erigiu um conceito pessoal, hoje a nossa missão: “Enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.”. Cada vinho elaborado pela Villa Francioni conta uma parte dessa história, aqui compartilhada com você.
A natureza, o homem e a tecnologia
A arquitetura do sistema produtivo da Villa Francioni é sustentada sobre três fundamentos: a natureza, o homem e a tecnologia. Consolidando a interação entre o meio ambiente, trabalho e conhecimento, o fundador Sr. Manoel Dilor, encontrou o caminho para viabilizar um projeto promissor e duradouro. Arte, labor, investimento, paixão, todos os componentes que transformam a elaboração do vinho em alta cultura, estiveram presentes na concepção da vinícola, em exatos 4.478,57 m2 de área, capacitada a produzir 300 mil garrafas por ano.
Um ciclo completo
O projeto da vinícola já reflete o que se pretende: aqui, o fluxo gravitacional foi aplicado em todas as suas possibilidades, numa construção com tantos desníveis quantos fores necessários para evitar ao máximo o uso de transferências mecânicas. Todos os passos são acompanhados detalhadamente pela equipe do laboratório, que vai formando o banco de dados sobre os melhores procedimentos. O processo de engarrafamento é todo automático, sem contato humano. Um ciclo completo no qual o vinho é considerado mais que uma obra de arte: uma personalidade, com vida, que um dia irá interagir com a sensibilidade daqueles que o elegerem.
A paixão pelo vinho
A Villa Francioni é o resultado de uma paixão pelo vinho e pela sofisticação da vinicultura internacional. Seus rótulos da Linha Villa Francioni, Joaquim e Aparados têm reconhecimento nacional e internacionalmente.
Vinhos e arte
Não apenas de beleza naturais se encontram as pessoas que visitam a Villa Francioni. A vinícola possui uma bela Galeria de Arte, que já recebeu obras internacionais como Camille Claudel e artistas nacionais renomados, como Juarez Machado e Luciano Martins.
Está localizada na Rodovia SC-114 Km 300
São Joaquim/SC - (49) 98801.8382
- 47. Marginal, do Atelier das Massas- um vinho de autor, especialmente de uma das melhores casas de massas de Porto Alegre.
- 48. Máximo Boschi Biografia Chardonnay 2012- mais uma expressão importante da Campanha Gaucha. Um vinho delicado, marcante. Parece que já nasceu pronto sem intervenções. Maturado em carvalho por seis meses. É de Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai. 155,00 reais
- 49. Quinta da Neve Cabernet Sauvignon 2011- o primeiro vinho brasileiro, produzido na altitude, em vinhedos situados a 1200 metros da altitude catarinense. A descoberta desse novo caminho pela vinícola Quinta da Neve frutificou com excelentes e inovadores produtos. Um excelente vinho da mais antiga região catarinense de produção de vinhos de altitude. São Joaquin, SC, com a pioneira Vinícola Quinta da Neve, passa a se destacar no cenário vinícola brasileiro.
Com aromas típicos da cepa, e lágrimas parcimoniosas, este Quinta da Neve Cabernet Sauvignon se apresenta escuro, intenso, um bom cartão de visitas.
Na boca, os 13,5% de álcool completam o corpo elegante. Medianamente encorpado, apresenta sabores de frutas negras como cassis, ameixas negras, amoras, violetas, numa ótima combinação.
Um vinho bem curtido para os padrões nacionais, mas se manteve fresco e com suas características em pé.
Um vinho de guarda , que já apresentava sabores secundários que estavam bem guardados.
Um excelente vinho tinto.
Deixa um final frutado e elegante.
- 50. Espumante Valduga 130 Special Edition- nas suas cinco versões( Brut, Blanc de Blanc, Blanc de Noir, Brut Rosé, Brut Blanc de Blanc) é um colecionador de prêmios internacionais, dentre eles, a atual medalha de Ouro no Concurso Vinales na França-2020 com o Blanc de Blanc. Qualquer versão é de excelência e fino gosto. Padrão mundial, que está sendo ditado pelos espumantes brasileiros. A Casa Valduga - 75 reais em Brasilia. No site-100/130 reais
- 51. Guatambu Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon- vinho premiadíssimo em inúmeros concursos e degustações ás cegas. É um dos destaques da vinícola.
- 52. Casa Valduga Enoteca Cabernet Sauvignon- 190,00
- 53. Larentis Mérito Blend 2015- 180,00
- 54. Pizzato Fausto Verve Reserva Cabernet Sauvignon 2017- 125,00
- 55. Casa Valduga Terroir Exclusive Tannat - 104,00
- 56. Vaccaro Merlot Gran Reserva- 169,00
- 57. Lidio Carraro Grande Vindima Tannat 2010- 390,00
- 58. Lidio Carraro Vinum Amphorae II- Um vinho sui-generis que foi envelhecido em ânforas de barro como na Antiguidade- 445,00
- 59. Lidio Carraro Kairós - 345,00
- 60. Família Bebber Bah- 96,00
- 61. Guatambu Rastros do Pampa Tannat- 86,00
- 62. Guatambu Lendas do Pampa- Tannat- 194,00
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